Tem gente que acha que designer é artista. Tem até designer que se acha artista. Há também os que gostam de ser chamados de Designer Gráfico.

Eu, quando alguém me pergunta que tipo de design eu faço, digo apenas que sou Designer, e acho que isso deveria ser o bastante. O design é uma atividade natural, competência intrínseca do homem – planejar, adaptar e tentar aprimorar o mundo.

É por isto que amo o que faço: porque é meu trabalho, todo dia, expandir meus limites para criar soluções – tornar o complicado simples, ensinar o complexo ao leigo, dar forma ao intangível, implementar uma idéia, repensar relacionamentos. Chamar o que faço de Design Gráfico condiciona o resultado do meu trabalho a algo material – uma logo, um folder, um website –, como se estes fossem fins, não meios.

Neste portifólio estão instrumentos para comunicar mensagens novas, definir experiências e prestar assistência. E este, sim, é o Design em que acredito.